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Apresentando
a Psicoterapia do Encantamento
Seu Símbolo e Seus Arquétipos
Paulo Urban
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na Revista Medicina Atual - ano I - nº 5 - 10 de outubro de
2003
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Paulo Urban é médico psiquiatra e
criador de sua própria abordagem psico-clínica, a
Psicoterapia do Encantamento. Foi Diretor Clínico do Hospital
Psiquiátrico de São João de Deus, da Ordem
Hospitaleira de mesmo nome, de 1994 a 2000; membro da Parapsycological
Association até 1997 e, atualmente, é articulista
da Revista Planeta, para a qual escreve desde 2000.
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Consultório:
R. Sílvia, 173 - São Paulo-SP
Fone: (11) 9706 7704
E-mail:
urban@paulourban.com.br
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Nada
distante dos preceitos fulcrais da psicologia profunda, a Psicoterapia
do Encantamento, conforme venho formulando-a ao longo
de toda a última década, constitui-se fundamentalmente
num mergulho absoluto em nosso mundo inconsciente, com vistas ao
autoconhecimento e ao aprimoramento pessoal. Inéditos somos,
entretanto, na maneira de nos propormos a este intento. A pedra
de toque desta nova abordagem psico-clínica é explorar
a Mitologia Pessoal, e procuramos fazê-lo
com propriedade por meio de técnicas específicas capazes
de trazer à consciência a suprema realidade da alma,
oculta por detrás do véu que nos separa de nossas
profundezas psíquicas, instância vesânica cujos
potenciais latentes podem tanto aniquilar como transmutar intrinsecamente
o ego.
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A Psicoterapia do Encantamento assume
a Psicologia Analítica (Junguiana)
como seu principal referencial teórico e regra-se particularmente
pela senda místico-esotérica da Alquimia,
enxergando em cada indivíduo que nela deseje mergulhar a
imagem do verdadeiro alquimista, sincero postulante à Luz
Maior da Consciência que, em busca da Pedra Filosofal Pessoal,
pretenda alcançar a transcendência pela transmutação
de seu chumbo bruto em ouro psico-alquímico.
Para tanto, faz-se mister que o buscador esteja disposto a cruzar
o umbral do desconhecido e percorrer complexos caminhos arquetípicos,
os únicos verdadeiramente capazes de nos levar ao encontro
inequívoco do Si-mesmo.
A Psicoterapia do Encantamento estrutura-se
sobre quatro graus distintos, não hierárquicos,(*1)
que se complementam mutuamente e interagem entre si, possibilitando
que ao longo dos mesmos o indivíduo explore e vivencie inauditas
capacidades pessoais, no intuito de que melhor se conheça
e se transforme plenamente. São eles:
1. Sessões
de Hiperventilação;
2. Sessões Psicoterápicas do Encantamento, propriamente
ditas;
3. Vivências Xamânicas e
4. Ritos Iniciáticos.
Entendo que
uma das melhores formas de introduzir o leitor a essa nova Psicoterapia,
seja a de expor resumidamente o sentido do símbolo que a
representa, imagem esta que a mim surgiu em sonho, há quase
um ano, após haver praticado uma auto-sessão de hiperventilação,
em função da qual adormeci em estado alterado de consciência.
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O
símbolo
da Psicoterapia do Encantamento expressa o casamento
alquímico entre as artes médicas e a psicologia profunda,
fonte natural de onde podem surgir as psicoterapias genuínas.
Tal união encontra-se aqui representada pelo entrelaçamento
da serpente de Asclépio (consagrada à medicina) em
torno da 23ª letra do alfabeto grego, psi, que lhe serve
de caduceu. Psi tanto é raiz da palavra psicologia,
como também ícone que alude ao tridente de Posêidon,
mestre dos mares, senhor das profundezas desconhecidas e titânicas.
A interação alquímica entre medicina (particularmente,
a psiquiatria) e psicologia ocupa o centro de uma estrutura elíptica
e mandálica, portanto, íntegra e completa em si mesma,
delineada dinamicamente pela perene dança de quatro golfinhos,
símbolos por excelência do mundo inconsciente, que
giram em sentido anti-horário, a potencializar o caráter
introspectivo e espontâneo de seu movimento.
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O
número quatro, conforme nos ensinam os pitagóricos,
por sua vez, reforça a idéia de totalidade. Tal noção
originalmente foi concebida pela mente arcaica, que leu nas estações
do ano a inteireza e plenitude dos ciclos naturais que se sucedem
e se renovam uns aos outros ininterruptamente. Desta apreensão
intuitiva derivou, p. ex., a concepção cosmogônica
de Empédocles, filósofo pré-socrático,
para quem a essência última da vida deveria ser composta
pelos quatro elementos básicos da natureza (água,
fogo, terra e ar), de cuja interação todas as coisas
se manifestam; e seu pensamento muito influenciou a Escola Pitagórica
como também toda medicina hipocrática.
Consoante essa idéia de integração, dinamismo
e completude, são quatro os graus da Psicoterapia
do Encantamento, cada qual representado por um golfinho de
cor distinta, a expressar a totalidade harmônica de seu conjunto,
que perenemente se transforma em sua dança, favorecendo a
transmutação de todo aquele que se permita levar pela
sintonia desse eterno movimento; afinal, "Não deveríamos
crer num Deus que não soubesse dançar", disse
Nietzsche, certa feita.
Os quatro golfinhos descrevem ainda um Oroboro clássico em
seu conjunto. Oroboro(*2) é símbolo arcaico,
presente na sabedoria alquímica, a expressar o caráter
divino e perfeito da Criação, segundo formas circulares
ou elípticas, geralmente circunscritas por uma serpente ou
dragão alado cuja boca morde a própria cauda, de modo
a insinuar que a natureza divina seja algo essencialmente sem começo,
meio ou fim; também absoluta e fechada em si mesma, e que,
paradoxalmente, evolui e se transforma enquanto se devora. O oroboro
expressa a vida em pulsação, a fazer da morte mera
metáfora a ser transposta pela alma em sua perfeita sintonia
com o ritmo cíclico da dança da existência.
As distintas cores dos golfinhos têm também seu particular
significado, posto que se relacionam aos diferentes graus que compõem
a Psicoterapia do Encantamento em sua
totalidade.
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O
golfinho de cor laranja, associado
ao elemento ar, é selo do 1º Grau da Psicoterapia
do Encantamento, que se traduz pelas Sessões
de Hiperventilação.
Laranja é cor da vitalidade e da respiração.
Haja vista as vestes dos monges tibetanos, geralmente túnicas
de cor laranja envoltas por um manto cor de vinho, cujo intuito
é o de lhes favorecer em suas práticas contemplativas
e religiosas, a envolver exercícios de meditação
com mandalas, orações mântricas e, sobretudo,
práticas respiratórias voltadas à elevação
espiritual.
O laranja expressa a revitalização de nossas energias,
particularmente quando alcançada por meio da respiração.
A Hiperventilação, conforme a exercitamos, constitui-se
numa verdadeira disciplina respiratória, e somente a constância
de sua prática pode nos levar a um sempre crescente aprimoramento
técnico no que tange à sua execução.
A Hiperventilação, bem como uma infinidade de outras
técnicas respiratórias, encontra suas origens em saberes
e tradições milenares, sendo prática comum
entre monges, sábios e xamãs de diferentes culturas,
orientais e ocidentais.(*3)
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Sua
prática nos leva a alterações fisiológicas
qualitativas e seguras que geram estados alterados de consciência,
servindo-nos, pois, como poderoso recurso propiciador de vislumbres
de nosso mundo psicológico abissal. As Sessões de
Hiperventilação geram e constelam energia psíquica
própria; não raro permitem o resgate de experiências
emocionais inerentes à nossa história particular de
gestação e parto, ou trazem a revivescência
de situações traumáticas inconscientes, bem
como a elaboração profunda de seus conteúdos
emocionais. Por meio dela também revisamos nossas demandas
existenciais, focalizando a consciência sobre relacionamentos
pessoais, conjugais, profissionais, e questões geradoras
de angústia, que exigem pronta lucidez para que melhor decidamos
sobre elas. As Sessões ainda propiciam, em virtude do material
psíquico imprevisível que vem à tona, o desencadear
de fenômenos psíquicos incomuns, desconsiderados pela
psicologia acadêmica, pela psicanálise, e também
pelo discurso médico neurocientífico, fenômenos
estes, via de regra pertinentes à esfera transpessoal e/ou
parapsicológica.
O golfinho verde, selo de nosso
2º Grau, associa-se naturalmente ao elemento água. Ele
é o primeiro a "mergulhar" na metade inferior (mundo
oculto) da mandala elíptica, abrindo as portas para o exercício
da Psicoterapia do Encantamento propriamente
dita, classicamente caracterizada por sessões
individuais e regulares, mediante as quais se estabelece
o vínculo transferencial, invariavelmente ancorado em bases
emocionais que serão revolvidas e tratadas ao longo de todo
o processo psicoterapêutico.
O verde, especialmente escolhido para representar o alcance deste
grau, é mítica e universalmente listado como a cor
da cura; propriamente, é também a cor da medicina.
A tradição remonta à Idade Média, época
em que os médicos, doutos das primeiras Universidades, desde
quando fundadas a partir do séc. XIII, usavam toga verde
em alusão às plantas medicinais usadas em seus tratamentos.
O verde sempre esteve associado ao reino vegetal, que se renova
e se mantém lustroso graças às águas
regeneradoras e doadoras da vida. Por isso o verde é anunciador
da primavera, guardando ainda a propriedade de ser envolvente, acolhedor,
tranqüilizante e tonificante.
A tradição órfica, p. ex., que tanto influenciou
o pensamento pitagórico, e a partir deste, o platonismo,
considerava verde o espírito da luz que fecundara as águas
primordiais que jaziam esquecidas nas trevas, fonte de todo o universo
concebido. Para os alquimistas, o verde associa-se à Pedra
ou Tábua de Esmeralda, cujas treze assertivas cumprem legar
aos homens a doutrina oculta de Hermes Trimegistro. Também
o Santo Graal, símbolo de integração perfeita
entre os homens e a divindade, é descrito como um cálice
de esmeralda ou cristal verde, receptáculo de todo amor e
sacrifício que devem ser devotados por cada um dos que se
dediquem ao encontro numinoso com Deus em nosso mundo interior.
Por isso a Psicoterapia do Encantamento
enxerga cada um dos que escolhem se entregar de corpo e alma ao
trabalho deste seu 2º grau como um verdadeiro alquimista, buscador
da Pedra Filosofal, absolutamente secreta e particular, único
elemento capaz de catalisar a transmutação total de
nosso denso chumbo pessoal (a envolver conflitos pessoais e constelações
neuróticas de todas as ordens) em ouro psico-alquímico,
cuja sutileza cumpre enriquecer e iluminar a alma, resgatando-lhe
seus valores essenciais, que geralmente restam esquecidos em nosso
abismal mundo sombrio.
É preciso, pois, muita coragem e humildade a fim de que desejemos
saltar em nosso particular abismo, para que, depois de explorar
as trevas pessoais e sofrer as conseqüências desta dura
travessia, possamos visceralmente conhecer e exorcizar os fantasmas
que habitam os porões da alma, e só assim vencer o
labirinto psicológico que, via de regra, ilude nossa frágil
consciência, fazendo dela prisioneira de seu intrincado castelo
de espelhos.(*4)
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O
golfinho branco, selo do 3º
grau, refere-se aos ritos xamânicos e associa-se ao elemento
terra. Presto aqui uma homenagem ao Império Inca, cuja bandeira
é um todo quadriculado formado por 49 (7x7) quadrados coloridos,
a representar a imensa variedade da natureza (também humana)
pelos diferentes matizes do arco-íris. Escolhi então
o branco para este grau, fusão de todas as cores possíveis
e metáfora com a qual desejamos expressar que nas diferenças
étnicas é que reside a maior riqueza da espécie
humana, posto que cada indivíduo se complementa e se identifica
ao espelhar-se diante de seus semelhantes. As culturas andinas têm
a Terra (Pachamama) como mãe sagrada; respeitam-na sabiamente
e valem-se de plantas de poder para alcançar estados ampliados
de consciência consoante os quais podem mais profundamente
perceber as leis do coração. Por isso o 3º golfinho
acha-se em sentido ascendente, visto que provém das nossas
mais absconsas profundezas, e traz à consciência potenciais
que jazem guardados em nosso mundo interior, que devem ser assimilados
para que o psiquismo se reconheça como um todo.
Os ritos xamânicos da Psicoterapia do
Encantamento são conduzidos por xamãs autênticos,
genuínos representantes do povo quetchua, que operam segundo
suas práticas culturais milenares e conforme suas atribuições
específicas, sempre desempenhando em seu trabalho de cura
seus papéis de mediadores entre este nosso mundo e tudo aquilo
que o transcende; entre nós, homens comuns, e as hostes ancestrais
superiores que se situam além da mera consciência.
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O
golfinho de cor
lilás ou violeta, que completa o oroboro,
relacionado ao elemento fogo, é selo do 4º grau, que
se faz representar por ritos iniciáticos.
Em oposição ao verde, que se refere ao estado primaveril
e caminha em direção ao fluxo ascendente da vida,
o golfinho violeta está no plano superior da elipse e se
curva para entregar seu movimento ao primeiro golfinho que de novo
irá mergulhar nas profundezas. Isto porque o violeta é
a cor outonal da espiritualidade, e alude ao amadurecimento de nossos
processos introspectivos e involutivos, capazes de nos levar à
sublime experiência de libertação do ego por
meio da morte simbólica. São quatro os ritos de iniciação
da Psicoterapia do Encantamento que
permitem cumprir esse propósito, especialmente preparados
para impressionar dramaticamente o psiquismo por meio de exercícios
e práticas ocultas conforme rogam as genuínas Tradições,
a mim confiados ao longo de minha busca esotérica que se
iniciou formalmente em fevereiro de 1978, quando sofri minha primeira
iniciação de uma noite inteira, no seio de uma tradicional
Escola de Mistério.
Para desvincular, porém, a Psicoterapia
do Encantamento de toda e qualquer crença, seita ou
religião (embora respeitemos todas elas), escolhemos as quatro
datas universalmente privilegiadas por toda milenar cultura que
soube desenvolver suficiente conhecimento astronômico/astrológico,
percebendo a importância destas datas que assinalam os solstícios
e os equinócios, que anualmente demarcam a entrada das Estações.
Tais ritos iniciáticos, ainda que o 4º grau não
seja hierarquicamente superior aos demais, reservam-se somente àqueles
que já trilharam com esmero os caminhos dos outros três
graus. Não que o 4º grau possa tornar alguém
mais sábio ou privilegiado em relação aos que
ainda exploram os caminhos a ele precedentes, mas destina-se àqueles
que, amadurecidos na busca pessoal, estejam vivendo o paradoxal
"desabrochar psíquico de outono", período
singular, especialmente oportuno ao recolhimento e introspecção.
Centrado no espírito dos Grandes Mistérios de Elêusis,(*5)
o 4º grau nos ensina a morrer para renascer em plenitude; por
isso preferencialmente deve ser vivenciado por almas maduras, que
já experimentaram padrões incomuns de consciência,
que saibam aproveitar a iniciação como metáfora
holográfica dos dramas arquetípicos da existência,
e por meio dela rasgar os véus que ocultam o estado numinoso,
a ser provado por uma excelsa consciência.
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Em
síntese, o símbolo da Psicoterapia
do Encantamento expressa uma das raras verdades psicológicas,
a de que o genuíno caminho da alma, trilhado conscientemente
ou não, é aquele que faz cumprir o Oroboro, posto
que força a alma a debruçar-se sobre si mesma em seu
desejo puro de conhecer-se, o que a faz projetar-se em seu próprio
precipício. Só assim a alma pode retornar para si
mesma na esperança de encontrar em seu centro a matriz divina
de totalidade e perfeição de que é dotada essencialmente.
Considero apresentada à comunidade
médico-acadêmica a Psicoterapia
do Encantamento.
(1) Cumpre dizer que esses quatro graus não guardam
relação hierárquica entre si, senão
de permeabilidade recíproca e interação holográfica.
Cada um deles, ainda que tenha identidade própria, conserva
em seu âmago as propriedades do conjunto.
(2)
Para uma compreensão etimológica do Oroboro; também
entendimento de seu sentido alquímico, vide nosso texto
O Simbolismo da Serpente, disponível em nossa Página
na Rede: www.paulourban.com.br
(3) Particularmente,
aprendi a hiperventilar por conta de uma incessante busca pessoal,
inspirado por leituras que cobrem amplo espectro na área,
a incluir livros de alquimia oriental, taoismo e yoga entre outros.
Desenvolvi a técnica sozinho, praticando-a obsessivamente
por mais de uma década e nas mais diferentes condições:
sentado, caminhando, na piscina, em praias, em montanhas, na altitude
de La Paz, em climas gélidos da Europa, dentro de cavernas,
após períodos de proposital jejum ou insônia,
também sob efeito de beberagens xamânicas psicoativas
etc. Foi o curioso curso da vida, entretanto, que se encarregou
de me pôr nas mãos de modo muito prático aquilo
que com tanto fervor eu sempre desejara encontrar; depois de anos
procurando a melhor maneira de praticar a hiperventilação,
descobri o caminho das pedras seguindo conselhos e exercícios
xamânicos, assimilados a partir de meu aprendizado com dois
xamãs andinos, de etnia quetchua, com quem tenho relacionamento
de amizade e espontâneo discipulado.
(4)
Estender-me aqui para melhor apresentar o funcionamento deste 2º
grau seria fugir ao tamanho da matéria. Aos interessados
nesse detalhamento técnico, peço a gentileza de acessar
o texto Psicoterapia do Encantamento na Página citada.
(5)
A respeito dos Mistérios de Elêusis, convido a ler
meu texto Os Mistérios das Iniciações,
disponível na Página do autor.
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